Serviço de Aconselhamento ao Viajante Holon: as doenças também viajam!

Há cada vez mais pessoas a viajar e com maior frequência. Quer seja à procura de lazer, de aventura, de novas experiências, quer ainda por motivos profissionais ou em missões de voluntariado, hoje em dia viajamos para os mais diversos locais do planeta!

Em viagem, contactamos com novos ambientes e ficamos expostos a novos agentes transmissores de doenças. Estes riscos podem ser minimizados se agirmos de forma preventiva, estando informados sobre as precauções a ter antes, durante e mesmo após a viagem.

Dados internacionais sugerem que muitos viajantes não procuram aconselhamento médico antes de viajar. Os farmacêuticos estão idealmente posicionados para serem prestadores de serviços de saúde de apoio à viagem, devido à acessibilidade e disponibilidade, reconhecidas e características da nossa rede de farmácias comunitárias.

Proporcionar um Serviço de Aconselhamento ao Viajante oferece múltiplos benefícios. Possibilita a expansão do relacionamento com os cidadãos, além de um acesso mais facilitado a um serviço importante. Por outro lado, este serviço ajuda a reforçar a imagem do farmacêutico como profissional de saúde.

O Serviço de Aconselhamento ao Viajante disponível nas Farmácias Holon destina-se a todas as pessoas que viajam para destinos nacionais e internacionais.

O aconselhamento antes da viagem destina-se a preparar o viajante para os potenciais problemas de saúde que poderão surgir, como prevenir e o que fazer no caso de surgirem. A função do profissional de saúde passa por avaliar e comunicar os riscos, envolvendo e discutindo as estratégias para os minimizar. Neste serviço, é também avaliada a necessidade de efetuar determinadas vacinas, tendo em consideração o país de destino, a duração da estadia, os hábitos e o estilo de vida.

Apesar da medicina das viagens ter como principal foco o período pré-viagem, é muito importante sensibilizarmos para a importância da avaliação do estado de saúde após o regresso. A maioria dos problemas que surgem aquando da viagem não apresenta gravidade e são autolimitados (geralmente distúrbios respiratórios ou gastrointestinais, como por exemplo, a diarreia do viajante).

No entanto, em cerca de 1 a 5% dos casos os viajantes desenvolvem problemas mais graves, que necessitam de avaliação médica. A sintomatologia pode surgir durante a viagem ou semanas, meses ou anos após o regresso!

Os utentes são também alertados para a importância de procurar a ajuda de um profissional de saúde (médico e/ou farmacêutico) quando regressam da sua viagem.

Se viajar, aconselhe-se com o Farmacêutico Holon!

Get To Know The Alumni – Guilherme Lopes

De acordo com o relatório “Future of Jobs” do World Economic Forum, a capacidade de resolver problemas complexos, o pensamento crítico e a criatividade representam as 3 características que serão mais procuradas pelos futuros empregadores a partir da próxima década. No entanto, para os jovens que durante anos se preparam para abordar o mercado de trabalho, nem sempre é fácil desenvolver estas competências durante o seu percurso académico. Foi algo com o qual também me deparei enquanto estudante do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas.

Claro que, verdade seja dita, por vezes até os problemas complexos das químicas farmacêuticas me obrigavam a utilizar a criatividade como último recurso, naquelesinstantes finais de um exame em que a 3,4-dihidroxi-feniletanamina está “aos saltos” e o pensamento é tudo menos crítico. Mas faltava aqui uma experiência mais enriquecedora e diferenciadora!

Nesse âmbito, felizmente tive a oportunidade única de complementar estas lacunas ao fazer parte universo do empreendedorismo juvenil quando ingressei na júnior empresa da FFULisboa – a LisbonPH.  Aqui, durante três anos, pude acompanhar as dificuldades diárias da gestão de uma empresa em crescimento exponencial e contribuir para impactar positivamente o desenvolvimento da mesma, enquanto aprendi a trabalhar em equipas e colaborar com mentalidades e personalidades diferentes da minha o que considero cada vez mais valioso.

Tendo um enorme interesse pela gestão e marketing em saúde, ter feito parte do departamento de marketing da LisbonPH foi sem dúvida uma grande mais-valia enquanto estudante. Possibilitou-me adquirir não só inúmeros conhecimentos estratégicos, como desenvolver vertentes comunicacionais ao mesmo tempo que enriquecia a minha perspetiva sobre o sector da saúde, onde pretendia iniciar a minha carreira.

Foi na LisbonH que, sob o mote do “learning by doing”, pude arregaçar as mangas e, com a equipa, criar campanhas de marketing para promover os cursos e eventos da LisbonPH junto de profissionais de saúde, com recurso a marketing digital.  Ainda que completamente fora do nosso background, orgulho-me de termos implementado de raiz na LisbonPH ferramentas de email marketing e da nossa interação diária com milhares de profissionais de saúde através dos nossos canais de social media que foram crescendo exponencialmente. Neste período, desenvolvemos mais de 60 projectos, tendo oferecido formações e-learning e eventos presenciais a mais de 2000 participantes que viam nos nossos programas uma forma flexível e acessível de se manterem atualizados, com fim a prestarem um serviço de excelência às populações.

Creio ter sido o desenvolvimento de algumas destas competências chave que me possibilitou ingressar na indústria farmacêutica. Iniciei o meu percurso profissional através de um estágio no departamento de marketing da Novartis na área da oftalmologia, onde, após um ano, passei a desempenhar funções como Gestor de Projectos júnior na mesma unidade, colaborando no lançamento de um novo produto para o mercado hospitalar.

Afinal de contas, sempre houve uma razão para o mote da LisbonPH “pelo desenvolvimento profissional de saúde do futuro, empreendedor, criativo e multidisciplinar”.

A Mundipharma foi reconhecida pela sua cultura de trabalho de excelência e confiança

Na Mundipharma, a prioridade são os nossos colaboradores, por isso continuar a ser um dos melhores lugares para trabalhar é sem dúvida um objetivo. Em 2017, no nosso segundo ano em Portugal, conseguimos o primeiro Prémio Social de Igualdade de Género e, no ano passado, com menos de três anos no mercado português, conseguimos não só ser a melhor empresa para trabalhar na nossa categoria, como ganhámos o prémio de Melhor Lugar para Trabalhar de todos os rankings. Este ano, com o foco em manter a fasquia elevada, conseguimos alcançar, pelo terceiro ano consecutivo, o prémio Great Place to Work.

Que práticas desenvolvem em prol dos cerca de 30 colaboradores que integram a Mundipharma?

As pessoas são o maior valor na Mundipharma. São elas que mantêm a cultura viva e que nos conduzem aos resultados e à concretização dos objetivos. 

Os colaboradores de famílias monoparentais beneficiam da flexibilidade de horário que, inevitavelmente, precisam para gerir a família. O pacote de benefícios que oferecemos é suficientemente amplo para favorecer os trabalhadores que têm filhos – que podem escolher ter apoio na educação escolar – e os que não têm – que podem optar por receber apoio para o seu próprio desenvolvimento pessoal. Financiamos a prática de atividade física para estimular estilos de vida saudáveis e temos sempre disponíveis no escritório frutas e bebidas à descrição. 

Sendo as pessoas o principal património da Mundipharma, os nossos colaboradores têm forçosamente características especiais. Apostamos na criação de uma equipa de profissionais qualificados, honestos e motivados, num ambiente de total confiança e transparência. 

“Ousar” está na cultura organizacional da Mundipharma

A Mundipharma nasceu do mote “ousar” e diferenciar. Quisemos ser diferentes não só no nosso modelo de negócio, mas também na forma como queríamos criar o nosso espírito de equipa. Desde o início, que todos os membros têm um papel ativo na definição estratégica.

Criámos uma equipa muito experiente, apostando na gestão autónoma. Adotámos o termo “Diretor Geral” do seu território ou da sua função, onde cada um é responsável por tomar as decisões na sua área de competência, não havendo qualquer imposição por parte das suas chefias. Confiamos totalmente em modelos de microgestão. Cada departamento ou função tem o seu próprio P&L, que permite avaliar sempre, no negócio, o impacto das tomadas de decisão. Esta gestão flexível e adaptada é o que pensamos que marca a diferença no mundo empresarial.

Em 2018, criámos outro programa, que consideramos ousado, baseado num modelo holacrático, onde os colaboradores são convidados, em equipa, a desenvolver projetos que contribuem para a estratégia global da companhia e que depois são apresentados em reuniões de direção.

 

Sofia Ferreira, Country Manager na empresa Mundipharma

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