Connect, Share and Impact: How to Co-Create the Future?

Paris, 1967 Pierre-Marie Thauvin founds the first Junior enterprise. Little Europe could know of what a great movement was about to start. Only 2 years after the Junior Enterprise concept is already spreading around France and in 1969 the first Junior Enterprise Confederation is founded and its name is CNJE, Confédération Nationale des Junior Enterprises. The newborn concept starts to spread all over Europe and day after day, it fascinates always more students, university deans, companies and institutions.

Paris, 1992, six Confederations come together to create JADE, the European Confederation of Junior Enterprises and since then thousands of students have helped Europe in its development by influencing policymakers decisions, offering high-quality services and creating generations of influential leaders.

“Paris, 1992, 6 confederations”

Since his birth, the Junior Enterprise movement has impacted Europe in many ways. Junior Entrepreneurs are top-class students who have decided to challenge themselves and to have an active role in their personal growth. Even before entering the working world they are already helping the growth of the continent with their proactive participation and contribution. They are an opportunity for a company as they can bring a real significant addition since the very beginning of their work for the company.

However, this is only a part of the impact that the Junior Enterprise movement has. What should be taken into particular consideration is the social impact that the movement generates on the society. Junior Entrepreneurs are brilliant and fresh minds who provide many different clients with high-quality services at a very competitive price or even pro-bono. As for that, also startups and SMEs with limited budgets can benefit for example from high-level consultancy services provided by Junior Entrepreneurs.

Moreover, many times, those services have a high social impact. As for example a campaign that focuses on raising awareness on a topic such as skin cancer or a project that helps high schoolers with their choice in the field of university study.

50 years later is crucial to reflect on what is going to be for the next 50 years – The Junior Enterprise movement has been impacting Europe for long, now it’s time for it to impact the world.

Today the world can only be Co-Created and Junior Entrepreneurs are the ones empowered with such a duty. In a world injured by many conflicts, where barriers and borders have strengthened up nationalism and fear only brilliant, educated and fresh minds can make a real and deep change. Co-operating, connecting and sharing are key and essential factors for making such a change. Today there are Junior Enterprises in 40 countries and 40 000 Junior Entrepreneurs around the world, that is a huge potential that needs to be utilized. In order to shape and to have a deep impact on the future of the world, Junior Entrepreneurs should sit together to define a common strategy, to help each other out and to start the Co-creation of the future together. Lobbying for a better world where there are equal opportunities for everybody, no borders and the voice of young people heard by everyone.

“50 years later is crucial to reflect on what is going to be for the next 50 years – The Junior Enterprise movement has been impacting Europe for long, now it’s time for it to impact the world”

 The potential of the impact of the Junior Enterprise movement for the world is countless and this is only the beginning.

Dispositivos Médicos, Formação Pós-Graduada

Na sequência do sucesso junto dos profissionais de saúde da 1ª edição do Curso de Pós-Graduação “Dispositivos Médicos – do Conceito ao Mercado”, foi organizada uma nova edição envolvendo diversos profissionais e entidades do sector no corpo docente.

Embora os objectivos principais da formação sejam semelhantes à edição anterior, ou seja pretende-se seguir o percurso do dispositivo desde o investigador que teve a ideia até à colocação dessa ideia em prática, os desafios e impacto do futuro enquadramento regulamentar dos DMs na Indústria é um novo tema que pela sua pertinência merece destaque nesta nova edição.

O curso é organizado pelas Profas Doutoras Helena Margarida Ribeiro e Ana Francisca Bettencourt que leccionam na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. A ideia de lançar este curso surgiu do feedback da Unidade Curricular de opção (Dispositivos Médicos) que estas duas docentes leccionam no Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas.

A acção conta ainda com a colaboração do Infarmed e Apormed (Associação Portuguesa de Empresas de Dispositivos Médicos) e é creditada pela Ordem dos Farmacêuticos.

Na organização do curso procurou-se responder a necessidades práticas. Desta forma as responsáveis estabeleceram contactos com vários profissionais (industria farmacêutica, distribuidores, farmacêuticos, médicos, enfermeiros, etc) que poderiam dar o seu contributo e sugestões sobre o que consideravam importante abordar.

A organização do curso em 5 módulos dá a hipótese aos formandos realizarem o curso completo ou fazerem os módulos que lhes interessarem. No final receberão um certificado de presença ( apenas para quem frequentar o curso completo).

Os Dispositivos Médicos são uma área em pleno crescimento, quer em termos de mercado de trabalho, quer ao nível regulamentar. O curso permitirá aos que conhecem o sector actualizar os conhecimentos e os que não estão familiarizados terão uma oportunidade de ter a noção do que é necessário para colocar um DM no mercado.

O convívio e troca de experiência são igualmente aspectos que valorizamos no Curso.  Contamos com todos para o sucesso da nova edição.

A importância do PitchPH para os futuros farmacêuticos

Ana Rita CrespoNo meu último ano do Mestrado em Ciências Farmacêuticas na Universidade de Coimbra, ambicionava vir a integrar o setor da indústria farmacêutica. Na altura, tive conhecimento através das redes sociais que se iria realizar o Pitch Bootcamp organizado pela LisbonPH. Por ser específico para a área farmacêutica, fui ao encontro deste desafio!
Num mercado de trabalho atualmente tão dinâmico, competitivo e exigente, é importante diferenciarmo-nos e vender a nossa imagem de forma assertiva. O Pitch para experts da indústria farmacêutica promove a articulação da nossa capacidade de síntese e criatividade.

Na preparação para o Pitch, as técnicas de apresentação ensinadas contribuíram para me sentir mais confiante e estruturar o discurso com base num espírito inovador e disruptivo. A ponte que estabeleci entre a realidade do meio académico e a indústria teve valor acrescentado para o meu percurso profissional. Não só pelo networking estabelecido, mas também pelos conselhos construtivos que o painel foi fazendo ao longo dos Pitches.
Após esta experiência extremamente positiva e enriquecedora, considero que os estudantes finalistas só têm a ganhar ao abraçar a oportunidade em participar neste tipo de eventos.

“Nada se consegue sem esforço; tudo se pode conseguir com ele.” (Ralph Waldo Emerson)

Ana Rita Crespo – Market Access and Value

Instagram

Instagram has returned invalid data.